Sobre esta edição

Contexto Histórico 2022

2022

Durante o séc. XI foi constituída uma comunidade política para a independência do Condado Portucalense, liderada pelo conde borgonhês D. Henrique, que casou com a nobre castelhana D. Teresa. É o filho de ambos, D. Afonso Henriques, que depois de várias lutas militares e jogos de poder se intitula “rei dos portugueses”, dando cumprimento ao propósito iniciado por seu pai – a fundação do Reino de Portugal – que seria consolidado pelos seus descendentes e sucessores.

Em 1249, D. Afonso III conquista o Algarve ao Islão e põe fim à Reconquista, sendo este acontecimento um marco fundamental para a consolidação do território português. Na sequência desta vitória, Portugal é uma vez mais reconhecido como reino por um poder acima de todos os outros: a Santa Sé.

A partir desta data até 1383, ano da morte prematura de D. Fernando, Portugal é governado por cinco reis, na sua maioria com reinados longos, que ajudaram a consolidar e a firmar o reconhecimento deste território como reino. De qualquer modo, os conflitos sociais e políticos persistiam, fossem provocados pela coroa, nobreza ou alto clero, ou pelos reinos vizinhos, degenerando muitas vezes em graves conflitos militares ou até na Peste Negra, que em 1348 devastou grande parte da população do território, com graves consequências sociais e económicas.

A fundação e consolidação do reino de Portugal durante a Primeira Dinastia – da Borgonha ou Afonsina – é o mote para a recriação de episódios históricos que vão marcar a 25ª edição da Viagem Medieval em Terra de Santa Maria, entre os dias 3 e 14 de agosto de 2022.

A Viagem Medieval

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